O Caminho ao Silêncio
Um dos primeiros textos que escrevi e publiquei abordava a influência que o silêncio desempenhava em minha vida e o esforço que fazia para aplicá-lo em meu cotidiano. Sim! Até hoje estou no processo. Falo isso pois há pouco tempo transcorri uma carta ao eremita que habita em mim.
Felizes são aqueles que conseguem aquietar a mente sem perder a capacidade de raciocinar, pois muitos pensam que deixar a cabeça em silêncio diz respeito a não pensar em nada. Estão errados. O silêncio da mente está conectado à paz que cultivamos em nosso íntimo, desprendendo-nos de tudo aquilo que não vale a pena preocuparmos.
São as ilusões as culpadas da incapacidade de se transformar a consciência em um eremitério. Brotam como erva daninha em solo fértil. Sem a nossa permissão. Eu, por exemplo, jamais fui de cultivar ilusões para roubarem a vitalidade criativa e lógica que me conecta ao estado de perfeita concentração, todavia, às vezes, elas aparecem disfarçadas fazendo-me cair em suas armadilhas.
As consequências? Ora, um turbilhão de pensamentos desnecessários! O método que tenho utilizado para discernir as mascaradas ilusões e exterminá-las é, sobretudo, o espiritual. Rezando. E com muito fervor. Quis registrar essa reflexão para dar o testemunho de que a oração é o melhor remédio para silenciar a mente. Claro que como todo processo, é preciso determinação e força de vontade.
O fato de você conseguir preencher com oração os espaços responsáveis por acomodarem as inquietações, firma a conclusão de não haver possibilidade de forças negativas atuarem. Basta ter fé! O silêncio intrínseco à paz torna-se consequência. Obviamente, como uma crônica, aqui foi relatado apenas uma faceta dos infinitos benefícios de se manter a constante comunhão entre a mente, o corpo e a alma, alertando-nos apenas à conscientização do que é preciso ser feito.
Felizes são aqueles que conseguem aquietar a mente sem perder a capacidade de raciocinar, pois muitos pensam que deixar a cabeça em silêncio diz respeito a não pensar em nada. Estão errados. O silêncio da mente está conectado à paz que cultivamos em nosso íntimo, desprendendo-nos de tudo aquilo que não vale a pena preocuparmos.
São as ilusões as culpadas da incapacidade de se transformar a consciência em um eremitério. Brotam como erva daninha em solo fértil. Sem a nossa permissão. Eu, por exemplo, jamais fui de cultivar ilusões para roubarem a vitalidade criativa e lógica que me conecta ao estado de perfeita concentração, todavia, às vezes, elas aparecem disfarçadas fazendo-me cair em suas armadilhas.
As consequências? Ora, um turbilhão de pensamentos desnecessários! O método que tenho utilizado para discernir as mascaradas ilusões e exterminá-las é, sobretudo, o espiritual. Rezando. E com muito fervor. Quis registrar essa reflexão para dar o testemunho de que a oração é o melhor remédio para silenciar a mente. Claro que como todo processo, é preciso determinação e força de vontade.
O fato de você conseguir preencher com oração os espaços responsáveis por acomodarem as inquietações, firma a conclusão de não haver possibilidade de forças negativas atuarem. Basta ter fé! O silêncio intrínseco à paz torna-se consequência. Obviamente, como uma crônica, aqui foi relatado apenas uma faceta dos infinitos benefícios de se manter a constante comunhão entre a mente, o corpo e a alma, alertando-nos apenas à conscientização do que é preciso ser feito.
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