Distanciamento...
Aos dias sem fim de distanciamento: nem sei mais se sei escrever; se as palavras encontram seus porquês em contextos surrados pelo tempo; se a história continua girando o engenho das interpretações eufóricas das frases pedantes de efeito... Parece que tudo caiu em um poço sem água. De baixo, um círculo onde as estrelas passam lentamente... Mais uma vez, a vida não descansa.
Pode ser que quando eu reencontrar o que perdi, minha excelsa pena de escrever, haja palavras para tamanho evento. Ou não... Possuem vontade própria! Enquanto me recolho, as palavras saem e vagam pelas noites sem fim, dançam às baixas luzes, escondem-se nas ruas desertas e não ousam ecoar, sequer, um desejo. Não querem ser escritas. E enquanto elas correm por aí, eu sigo aqui, no poço sem água da imaginação.
Mas é preciso. É sabido. É entendido. Tudo faz parte do processo da vivência onde as experiências são flores colhidas em um infinito jardim. Nada é perdido. Um presente à criatividade: caminhar por seus trilhos de heras entrelaçadas nas paredes da fantasia. Quanto mais densa sua folhagem, mais experiências vividas, mais memórias guardadas, mais presentes à vida.
Pode ser que quando eu reencontrar o que perdi, minha excelsa pena de escrever, haja palavras para tamanho evento. Ou não... Possuem vontade própria! Enquanto me recolho, as palavras saem e vagam pelas noites sem fim, dançam às baixas luzes, escondem-se nas ruas desertas e não ousam ecoar, sequer, um desejo. Não querem ser escritas. E enquanto elas correm por aí, eu sigo aqui, no poço sem água da imaginação.
Mas é preciso. É sabido. É entendido. Tudo faz parte do processo da vivência onde as experiências são flores colhidas em um infinito jardim. Nada é perdido. Um presente à criatividade: caminhar por seus trilhos de heras entrelaçadas nas paredes da fantasia. Quanto mais densa sua folhagem, mais experiências vividas, mais memórias guardadas, mais presentes à vida.
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