Paisagem de Existir

Cortinas nas janelas. Ventania no coração. Algo balança de cá, ressoa de lá, naquela paisagem de tantos anos. Ressignificando o horizonte de caminhar. Caminhei por aquelas bandas, jogando com as nuvens que voavam acima, molhando os pés nos riachos, cantando com os pássaros algo novo para me animar. E não é que cheguei aqui... Por inúmeras estradas, debruçando-me neste parapeito e sentindo o vento soprar. E lá se vão as cortinas, escancarando tardes preciosas de sol, contrastadas no verde de montanhas e no azul de todos os infinitos. Quantos foram mesmo? Um punhado que cabia na palma da mão, jogado ao caminho para germinar. É bom que tudo tenha a oportunidade de virar jardim um dia.

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