Corrente de Boas Vibrações
Minha mente transformou-se numa máquina. Vem processado informações como nunca antes havia experimentado. Tudo em função de uma causa maior que há muito venho discorrendo em textos avulsos. No mais, sinto-me inspirado, preparado, condicionado e extremamente competente para seguir o caminho que me propus. Depois de alguns dias sombrios, vagando ao leu do desespero e do ócio, eis que surge a tão quista luz ao fim do túnel. Abracei os raios do sol. Na sinceridade do meu querer, nasce a flor da esperança. A certeza da felicidade e da conquista. A força do preparo e o caminho a ser traçado. O futuro se estende a minha frente como quadros em aquarela, movimentando suas cores por sobre a água. A arte ganhou vida e eu respiro em tranquilidade por contemplar tamanha beleza. Sou fruto de árvore virtuosa; não nasci para apodrecer no campo da sequidão, mas para prosperar semeando as virtudes que me foram concedidas em prol de um bem maior: destacar os benefícios do caminho. Afinal, todos eles têm algo a nos oferecer.
E o dia acabou. O sol se pôs e a noite chegou trazendo consigo, mais uma vez, a sensação de dever cumprido. Aprender requer introspecção: virar os olhos para dentro e observar o campo a ser plantado. As necessidades da terra. Depois, o plantio. Plantar o conhecimento. Enlaçar oportunidades de conquistas para se chegar ao destino proposto. Tudo requer disciplina, e embora esse parágrafo pareça um tanto quanto clichê no âmbito motivacional, a poesia se faz presente nos limites da consciência. Aprender de forma poética é nada mais do que ter a sua disposição uma caixa de lápis de cor e poder usar sua criatividade como bem entender para colorir as veredas do conhecimento.
Não escrevo para ditar verdades, tampouco para passar lições de moral. Escrevo palavras como folhas de uma árvore frondosa. Os galhos são linhas de pensamentos repletos de pássaros; estes fazem o papel da poesia.
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