Contrastes das Tardes de Verão
Pude me atentar mais ao canto das aves hoje, resultado da minha reflexão no parapeito da janela. Observei como elas se comunicam entre si, ora cantando em piados, ora chilreando uma com as outras; sempre emitindo um som que se rompe aos ecos na brisa gentil.
Nem ousei em me perguntar o que será que tentam dizer, recolhendo-me na posição de contemplador desse espetáculo de sonância. E o dia ajudou: azul celeste no céu sem nuvens. Depois de um período acinzentado de chuva, as cores da natureza se realçaram, e, com elas, as melodias dos emplumados cantantes voláteis.
Como sou privilegiado em ter uma visão da mata atlântica, ainda em sua originalidade, diretamente da minha janela. Todos os dias tento descobri algo novo; desde as tonalidades do verde, até as formas das folhas das árvores. Hoje, em especial, as aves reinaram.
Talvez seja pela alegria de rever o sol. Estou escrevendo quase às 18:00h do horário de verão e elas ainda continuam no gorjeio memorável. A tarde parece não ter fim nesta época do ano, com um toque das fábulas de Esopo. Se o mesmo caminhasse por estas terras tropicais, deixando a antiga Grécia, certamente suas estórias teriam mais contrastes.
Longe de mim dizer que Esopo não contrastava as emoções, muito pelo contrário; o fabulista fazia isso com maestria. Só quis buscar um elogio digno para o tom de azul do céu indo ao encontro do verde da mata. Ademais, com o presente coral, o espetáculo é capaz de despertar inspirações que, talvez, nem as palavras fossem aptas de descrever.
Nem ousei em me perguntar o que será que tentam dizer, recolhendo-me na posição de contemplador desse espetáculo de sonância. E o dia ajudou: azul celeste no céu sem nuvens. Depois de um período acinzentado de chuva, as cores da natureza se realçaram, e, com elas, as melodias dos emplumados cantantes voláteis.
Como sou privilegiado em ter uma visão da mata atlântica, ainda em sua originalidade, diretamente da minha janela. Todos os dias tento descobri algo novo; desde as tonalidades do verde, até as formas das folhas das árvores. Hoje, em especial, as aves reinaram.
Talvez seja pela alegria de rever o sol. Estou escrevendo quase às 18:00h do horário de verão e elas ainda continuam no gorjeio memorável. A tarde parece não ter fim nesta época do ano, com um toque das fábulas de Esopo. Se o mesmo caminhasse por estas terras tropicais, deixando a antiga Grécia, certamente suas estórias teriam mais contrastes.
Longe de mim dizer que Esopo não contrastava as emoções, muito pelo contrário; o fabulista fazia isso com maestria. Só quis buscar um elogio digno para o tom de azul do céu indo ao encontro do verde da mata. Ademais, com o presente coral, o espetáculo é capaz de despertar inspirações que, talvez, nem as palavras fossem aptas de descrever.
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