Bill e o Primeiro Passeio de 2018
Levei o Bill para passear hoje, tornando-se o primeiro motivo que me fez sair de casa no ano de 2018. E fui privilegiado por contemplar uma manhã de sol digna dos mais belos versos, com suas ruas bem silenciosas, dando para ouvir o canto dos passarinhos da praça da Igreja de São Jorge.
Que alegria que ele estava. Sorte será a minha se essa mesma sensação se irradiar pelos demais dias do ano. E foi curioso observar que a maioria das pessoas geralmente não aproveitam esse momento por terem passado a noite acordadas, o que explica o silêncio das ruas.
Foi uma boa maneira de começar o ano, servindo de motivação para as demais caminhadas que o mesmo trará, afinal, quem não gostaria de refletir a felicidade e o entusiasmo de um cão pronto para passear logo pela manhã? Bill não perderá seu ânimo e eu também tentarei não perder. As metas estão aí: muito estudo com muitas possibilidades tingidas pelas surpresas de suas nuances.
Além de tudo, ainda pude usar esse feito como inspiração para escrever o primeiro artigo de 2018. Claro que é algo extremamente simples comparado a outros temas; mas é exatamente assim que quero começar: propagando a simplicidade e desenvolvendo minha percepção para as belas coisas que meus olhos já se acostumaram e perderam a capacidade de contemplar. Em síntese, digo que muito melhor do que buscar a paz vestindo branco numa noite festiva, é, de fato, encontrá-la numa manhã ensolarada, ecoada pelo canto das aves e lembrada pela euforia de um amigo de quatro patas.
Que alegria que ele estava. Sorte será a minha se essa mesma sensação se irradiar pelos demais dias do ano. E foi curioso observar que a maioria das pessoas geralmente não aproveitam esse momento por terem passado a noite acordadas, o que explica o silêncio das ruas.
Foi uma boa maneira de começar o ano, servindo de motivação para as demais caminhadas que o mesmo trará, afinal, quem não gostaria de refletir a felicidade e o entusiasmo de um cão pronto para passear logo pela manhã? Bill não perderá seu ânimo e eu também tentarei não perder. As metas estão aí: muito estudo com muitas possibilidades tingidas pelas surpresas de suas nuances.
Além de tudo, ainda pude usar esse feito como inspiração para escrever o primeiro artigo de 2018. Claro que é algo extremamente simples comparado a outros temas; mas é exatamente assim que quero começar: propagando a simplicidade e desenvolvendo minha percepção para as belas coisas que meus olhos já se acostumaram e perderam a capacidade de contemplar. Em síntese, digo que muito melhor do que buscar a paz vestindo branco numa noite festiva, é, de fato, encontrá-la numa manhã ensolarada, ecoada pelo canto das aves e lembrada pela euforia de um amigo de quatro patas.
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