Desenvolvimento Comparado no Período de Um Ano
Fiquei muito contente ao poder comparar minhas resenhas do início do ano passado com as que tenho publicado recentemente no Pena Pensante. O processo de desenvolvimento foi bastante lento e imperceptível a curto prazo, o que tornou a motivação difícil de ser conduzida nesse período. Ela se renovava apenas quando o correio trazia novos exemplares de cortesia para serem resenhados.
Esse ano encontrei uma nova fonte que uso para me inspirar no ofício da escrita, que é a possibilidade de comparar textos antigos com os novos. Como toda arte, o ato de pegar a caneta, unindo-a ao papel, para registrar as palavras, requer um constante aprendizado sem nenhum tipo de limite. Assim, tenho certeza que no futuro irei ler o artigo que agora escrevo e sentir orgulho do quanto eu progredi.
As consequências dessa dedicação também trouxeram o reconhecimento do trabalho bem-feito, seja nos elogios vindos das editoras ao lerem as análises ou, até mesmo, no aumento da visibilidade das publicações. Torno a dizer que o esforço feito sem nenhuma pretensão acaba sempre nos dando surpresas agradáveis, gerando mais entusiasmo na criação de conteúdo.
Esse ano encontrei uma nova fonte que uso para me inspirar no ofício da escrita, que é a possibilidade de comparar textos antigos com os novos. Como toda arte, o ato de pegar a caneta, unindo-a ao papel, para registrar as palavras, requer um constante aprendizado sem nenhum tipo de limite. Assim, tenho certeza que no futuro irei ler o artigo que agora escrevo e sentir orgulho do quanto eu progredi.
As consequências dessa dedicação também trouxeram o reconhecimento do trabalho bem-feito, seja nos elogios vindos das editoras ao lerem as análises ou, até mesmo, no aumento da visibilidade das publicações. Torno a dizer que o esforço feito sem nenhuma pretensão acaba sempre nos dando surpresas agradáveis, gerando mais entusiasmo na criação de conteúdo.
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