Itinerário da Aprendizagem Autodidata
Não é novidade nenhuma que iniciei esse espaço para deixar registrado o meu avanço no aprendizado de novos idiomas, assim como fazer o desafio da coluna diária visando o aperfeiçoamento da minha escrita e, consequentemente, das minhas análises literárias publicadas no site Pena Pensante.
Esse ano pretendo desenvolver minhas habilidades no francês e no italiano. Por isso, tracei uma meta ambiciosa que requer muita força de vontade. Lembro-me que havia comentado de forma superficial o método de aprendizagem que venho utilizando, completamente autodidata.
Cheguei à conclusão de que sou capaz de aprender sozinho, apenas contando com a ferramenta da internet, depois de ter gastado muito dinheiro para atingir a fluência na língua inglesa. Foram aulas intermináveis com acompanhamento particular para ser repassado um conteúdo disponibilizado gratuitamente em diversas fontes. Até mesmo a prática da conversação eu vinha fazendo pelo Skype com pessoas de diferentes nacionalidades que compartilhavam do mesmo interesse.
Percebi que tudo aquilo que requeria um pagamento não tinha tanta importância frente ao empenho que vinha conduzindo por conta própria. Depois que finalizei o curso, disse que o próximo idioma que iria aprender, seria de forma autodidata. E hoje, tendo os resultados em minhas mãos, posso dizer que foi a melhor coisa que fiz.
O blog amigo "Why Braúna?" disponibilizou meios que podemos utilizar para atingir esse objetivo. Utilizei todos esses aspectos no meu processo e mais alguns que poderei me aprofundar em breve; tanto que consegui gravar um vídeo inteiramente em italiano e publicá-lo. O tema foi uma fábula escrita por Leonardo da Vinci, chamada A Pedra Descontente de Sua Vida Solitária, com uma moral bastante simbólica e reflexiva que vale a pena ser conhecida.
Sei que cada um possui uma forma adequada de aprendizado, e que não existe um padrão ideal para tal propósito. Exponho aqui o papel importantíssimo do professor que auxilia seus alunos ao aperfeiçoamento de suas habilidades, mas não posso deixar de frisar os benefícios do caminho autodidata àqueles que o segue com comprometimento e dedicação.
Esse ano pretendo desenvolver minhas habilidades no francês e no italiano. Por isso, tracei uma meta ambiciosa que requer muita força de vontade. Lembro-me que havia comentado de forma superficial o método de aprendizagem que venho utilizando, completamente autodidata.
Cheguei à conclusão de que sou capaz de aprender sozinho, apenas contando com a ferramenta da internet, depois de ter gastado muito dinheiro para atingir a fluência na língua inglesa. Foram aulas intermináveis com acompanhamento particular para ser repassado um conteúdo disponibilizado gratuitamente em diversas fontes. Até mesmo a prática da conversação eu vinha fazendo pelo Skype com pessoas de diferentes nacionalidades que compartilhavam do mesmo interesse.
Percebi que tudo aquilo que requeria um pagamento não tinha tanta importância frente ao empenho que vinha conduzindo por conta própria. Depois que finalizei o curso, disse que o próximo idioma que iria aprender, seria de forma autodidata. E hoje, tendo os resultados em minhas mãos, posso dizer que foi a melhor coisa que fiz.
O blog amigo "Why Braúna?" disponibilizou meios que podemos utilizar para atingir esse objetivo. Utilizei todos esses aspectos no meu processo e mais alguns que poderei me aprofundar em breve; tanto que consegui gravar um vídeo inteiramente em italiano e publicá-lo. O tema foi uma fábula escrita por Leonardo da Vinci, chamada A Pedra Descontente de Sua Vida Solitária, com uma moral bastante simbólica e reflexiva que vale a pena ser conhecida.
Sei que cada um possui uma forma adequada de aprendizado, e que não existe um padrão ideal para tal propósito. Exponho aqui o papel importantíssimo do professor que auxilia seus alunos ao aperfeiçoamento de suas habilidades, mas não posso deixar de frisar os benefícios do caminho autodidata àqueles que o segue com comprometimento e dedicação.
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