A Volta dos Textos Desorientados
Devo abrir espaço a uma confissão: perdi minha motivação durante alguns dias para prosseguir com o Penasso Poliglota. A partir daí, comecei a me questionar sobre a necessidade da plataforma perante aos encargos que venho desempenhando. Refleti durante um tempo e acabei encontrando, mais uma vez, a mesma motivação sucumbida nos abismos do meu raciocínio.
Acontece que ultimamente as coisas estão bem acirradas no que diz respeito às minhas obrigações. O último semestre de Relações Internacionais trouxe-me um ofício extra: a elaboração do meu artigo científico. Desse modo, todo tempo livre que tenho à prática da escrita, acabo depositando neste bendito e exaustivo trabalho, cujo tema enlaça o itinerário de um caminho sustentável para o futuro por meio das fontes renováveis de energia e os benefícios que elas proporcionam à economia, ao comércio, à diplomacia, enfim... Não estou tendo muito tempo!
Apesar dos pesares, pretendo voltar a escrever os textos responsáveis por explorar minha capacidade de "escritor" — sim, afinal, a partir do momento em que ouso teclar palavras organizadas em meu computador, estou em processo de elaboração artística. São coisas que descobrimos apenas quando praticamos; de nada adianta a teoria nesse meio quando não se tem a vontade de trabalhar.
Vejam só vocês que eu só tenho motivo para me alegrar. Mesmo sem ter divulgado este espaço onde compartilho textos desorientados, consegui alguns seguidores. Um, dois, três... Cinco? Já são sete! E sobre isso me sinto lisonjeado, pois, diferente do Pena Pensante, onde escrevo sobre um tema específico, aqui me divirto tecendo uma rede de peripécias pessoais. Então, não pretendo parar.
Acontece que ultimamente as coisas estão bem acirradas no que diz respeito às minhas obrigações. O último semestre de Relações Internacionais trouxe-me um ofício extra: a elaboração do meu artigo científico. Desse modo, todo tempo livre que tenho à prática da escrita, acabo depositando neste bendito e exaustivo trabalho, cujo tema enlaça o itinerário de um caminho sustentável para o futuro por meio das fontes renováveis de energia e os benefícios que elas proporcionam à economia, ao comércio, à diplomacia, enfim... Não estou tendo muito tempo!
Apesar dos pesares, pretendo voltar a escrever os textos responsáveis por explorar minha capacidade de "escritor" — sim, afinal, a partir do momento em que ouso teclar palavras organizadas em meu computador, estou em processo de elaboração artística. São coisas que descobrimos apenas quando praticamos; de nada adianta a teoria nesse meio quando não se tem a vontade de trabalhar.
Vejam só vocês que eu só tenho motivo para me alegrar. Mesmo sem ter divulgado este espaço onde compartilho textos desorientados, consegui alguns seguidores. Um, dois, três... Cinco? Já são sete! E sobre isso me sinto lisonjeado, pois, diferente do Pena Pensante, onde escrevo sobre um tema específico, aqui me divirto tecendo uma rede de peripécias pessoais. Então, não pretendo parar.
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