Entre Tantas Vozes
Confesso que não pretendia escrever nada durante a Semana Santa, pois queria fazer desse momento uma fonte de introspecção e oração; só acabei cedendo à vontade de formular poucos parágrafos porque vi que poderiam ser úteis em caso de uma provável releitura dentro de alguns anos. Pois é! Às vezes temos de abrir a mente para futuras interpretações, sem descartarmos a importância de se viver um dia de cada vez.
Digo isso pois me vejo intrincado em um garimpo de informações do qual preciso selecionar os aspectos virtuosos e descartar os que não agregam valores em minha vida. Ilustrando com um exemplo, cito a famosa frase de que "o trabalho lapida o caráter do homem", e concordo plenamente com ela. Só que assim como a pedra quando lapidada precisa de todo cuidado, devemos nos atentar às nossas limitações para não sofrermos com a broca da vida. Do contrário, ao invés de realçarmos o precioso brilho da gema, a destruiremos por uma ganância exacerbada de se buscar formas polidas onde não há.
O fato é o seguinte: fazendo jus à reflexão almejada na Semana Santa, o próprio Cristo disse que onde está o nosso coração, também está o nosso tesouro. Desse modo, por que é tão difícil escutarmos a voz do coração? Que sufoco! Mas entre tantas vozes gritando aos ouvidos e clamando por um minuto de atenção, destaca-se aquela que se expressa com ternura e compaixão. Ou seja: é essa aí mesmo; sem mais delongas.
Nesse vasto campo, aquele que seleciona com maestria as pedras para se adornar, constrói seu tesouro de virtudes. Isso acontece pois todo o processo é feito com o amor semeado pelas epígrafes do coração. Se desesperar pra quê? Que bobagem... O segredo está no recolhimento dos palratórios exaustivos e das buscas infundadas por proeminência. Atentemo-nos ao simples para sermos capazes de trabalhar e darmos cor à essência da alma, forma ao caráter intrínseco e voz ao coração que suplica por nossa coragem de seguir o seu chamado.
Digo isso pois me vejo intrincado em um garimpo de informações do qual preciso selecionar os aspectos virtuosos e descartar os que não agregam valores em minha vida. Ilustrando com um exemplo, cito a famosa frase de que "o trabalho lapida o caráter do homem", e concordo plenamente com ela. Só que assim como a pedra quando lapidada precisa de todo cuidado, devemos nos atentar às nossas limitações para não sofrermos com a broca da vida. Do contrário, ao invés de realçarmos o precioso brilho da gema, a destruiremos por uma ganância exacerbada de se buscar formas polidas onde não há.
O fato é o seguinte: fazendo jus à reflexão almejada na Semana Santa, o próprio Cristo disse que onde está o nosso coração, também está o nosso tesouro. Desse modo, por que é tão difícil escutarmos a voz do coração? Que sufoco! Mas entre tantas vozes gritando aos ouvidos e clamando por um minuto de atenção, destaca-se aquela que se expressa com ternura e compaixão. Ou seja: é essa aí mesmo; sem mais delongas.
Nesse vasto campo, aquele que seleciona com maestria as pedras para se adornar, constrói seu tesouro de virtudes. Isso acontece pois todo o processo é feito com o amor semeado pelas epígrafes do coração. Se desesperar pra quê? Que bobagem... O segredo está no recolhimento dos palratórios exaustivos e das buscas infundadas por proeminência. Atentemo-nos ao simples para sermos capazes de trabalhar e darmos cor à essência da alma, forma ao caráter intrínseco e voz ao coração que suplica por nossa coragem de seguir o seu chamado.
Comentários
Postar um comentário