Seria isto uma crônica?

Pensei que poderia escrever algo hoje, mas me enganei. Queria falar sobre os exercícios de memória que um site havia me ensinado. Segundo ele, poderia fazer uma série de coisas diárias para melhorar minha capacidade de lembrar das coisas. "Que maravilha!", logo pensei. Mas a prática foi tão insignificante que acabei me esquecendo do assunto.

Tudo bem, às vezes este recôndito processo tenha validade para alguns afortunados. Além do mais, estou com um livro sobre o tema para resenhar, só que nem comecei sua leitura. O fato é que nos lembramos daquilo que gostamos ou que temos algum interesse pessoal para darmos seguimento aos planos.

Digo isso pois tenho me lembrado apenas de uma coisa ultimamente, cujo nome é tido como artigo científico. Sobre este aspecto, acredito que mesmo o mais célebre dos escritores teria uma dose de apoquentação para enfrentar. Apoquentação? Pois é: chatura, cacetada, importunação, desgosto... Não basta saber verbalizar o ponto de vista, tem que provar o porquê.

"Ótimo, então, só preciso provar os benefícios das fontes de energias renováveis nas relações internacionais", assim exprimia a ideia aos quatro cantos da sala. Coitado de mim! Quanto mais abrangente é o tema, mais maçador ele se torna. Poderia eu ter tido a brilhante ideia de colocar uma região específica em sua delimitação, mas não; não tive esta sacada de mestre.

Sobre isso, ainda existe um lado bom. Depois de tanto me afundar na formalidade dos textos acadêmicos, me lembrei que possuo este espaço descontraído para fazer "o que eu quiser" com as palavras. Ora, então minha memória não está tão ruim assim?! Depois de relembrar todas as referências bibliográficas, percebo que estou em vantagem. Talvez os exercícios não tenham sido tão ruins...

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