Ecos Eternizados
Relógio, palavras, amor, alegria, rio de desejos escondidos... Amor! Condicionado... Encaixe de aventuras e desventuras. Estética de gatilhos apinhados nos galhos do esquecimento. Esta é a caixa formadora das palavras não ditas e este caminho não tem retorno.
O que eu escrevi? Fruto do inconsciente que gritou por um instante de distração. Eu queria ser aquela versão minha, perdida nas cavernas do passado. E por um surto repentino de predicativos não pensados, fiz um esboço do jardim que costumava pisar quando meus passos não tinham percorrido os caminhos tortuosos da vida.
Hoje sou ecos eternizados na montanha.
11:00h da manhã do dia seguinte:
Mais um espetáculo às cegas! Eu nem sei sobre o que escrevi ontem ou se a continuação será coesa. Contudo venho falar que me sinto mais leve.
Depois que os dias de chuva passaram, eu parei para observar o céu. De azul estupendamente vivo. Assim como os sentimentos que semeio. Vivos! Dessa forma eu me faço pelos dias sem fim, nessa caminhada intermitente para uma leitura qualquer. São as histórias que me inspiram a ir além. E eu posso escrevê-las também.
Sim, meus caros. Sou um escritor desconhecido. Buscando saberes a partir das palavras sobrepostas em experiências azuis, como o céu lá fora nesse final de manhã. Estamos na primavera, e ela nos cumprimenta com seus feixes de luz em meio aos cânticos dos pássaros alegres.
Que bom que eu cheguei aqui, e tenho a chance de ir além.
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