De Poliglota para Cronista
Percebi que não havia mais sentido em continuar com o nome Penasso Poliglota para este espaço. A decisão se concretizou por uma série de motivos que me levaram a alterá-lo para Penasso Cronista. De fato, todos hão de convir que a segunda opção melhor concerne ao tema pelo simples fato de enlaçar um arcabouço de textos desorientados cujo conhecimento de idiomas em nada diz respeito.
Lembro-me de afirmar na primeira publicação que pretendia fazer uma experiência de troca, buscando praticar minha escrita e apurar meu trabalho no Pena Pensante — site literário onde resenho livros para editoras. Na época, estava entrosado ao estudo diário do italiano e francês, o que me fez acreditar que eu poderia dividir minhas experiências com qualquer um que estivesse interessado.
Contudo, nada disso aconteceu. Minha aspiração ao universo literário fez com que eu tecesse curtas histórias que vinham à minha mente, seja pela vivência ou pela imaginação. O resultado foi exposto em mais de cinquenta artigos que, ao longo desse ano, ganharam vida em linhas corridas de um recinto virtual... Nada acadêmico! Por isso cheguei à seguinte conclusão: entre os anseios da vida, ser cronista me corresponde mais do que ser poliglota.
Se pararmos para pensar que uma crônica se faz pela compilação de ideias dedicadas a um tema ou assunto, sejam eles vividos, experienciados, criados ou discernidos, na minha humilde mentalidade de amante da literatura, ouso dizer que tentei escrever algumas crônicas, de fato.
Ainda que nem todo conjunto de palavras seja classificado com a mesma maestria ou faça jus ao termo empregado, o título será este a partir de então. Assim ficarei mais à vontade para escrever e efetivar meu objetivo de praticar a escrita, podendo enxergá-la como uma porta que dá acesso a novas oportunidades.
Lembro-me de afirmar na primeira publicação que pretendia fazer uma experiência de troca, buscando praticar minha escrita e apurar meu trabalho no Pena Pensante — site literário onde resenho livros para editoras. Na época, estava entrosado ao estudo diário do italiano e francês, o que me fez acreditar que eu poderia dividir minhas experiências com qualquer um que estivesse interessado.
Contudo, nada disso aconteceu. Minha aspiração ao universo literário fez com que eu tecesse curtas histórias que vinham à minha mente, seja pela vivência ou pela imaginação. O resultado foi exposto em mais de cinquenta artigos que, ao longo desse ano, ganharam vida em linhas corridas de um recinto virtual... Nada acadêmico! Por isso cheguei à seguinte conclusão: entre os anseios da vida, ser cronista me corresponde mais do que ser poliglota.
Se pararmos para pensar que uma crônica se faz pela compilação de ideias dedicadas a um tema ou assunto, sejam eles vividos, experienciados, criados ou discernidos, na minha humilde mentalidade de amante da literatura, ouso dizer que tentei escrever algumas crônicas, de fato.
Ainda que nem todo conjunto de palavras seja classificado com a mesma maestria ou faça jus ao termo empregado, o título será este a partir de então. Assim ficarei mais à vontade para escrever e efetivar meu objetivo de praticar a escrita, podendo enxergá-la como uma porta que dá acesso a novas oportunidades.
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