Ofício da Resenha: Vontade que se Esvai
Existe algo bastante curioso de ser levado em conta: quando ocupamos nossa mente com novas ideias, as antigas param de fazer sentido. Consequentemente, deixamos de ver importância no que antes era tido como o entreposto das atenções, passando a dedicação ao caminho dos planos preconcebidos. Seria isso insanidade? Talvez sim... Mas foi esta a mesma sensação que me moveu a escrever sobre O Homem de Terno Marrom, de Agatha Christie, abrindo espaço para centenas de novas resenhas.
Que palavra estranha: resenha. Quando me perguntaram seu significado no início, eu nem soube responder. Meses depois descobri que se tratava da junção do resumo de determinada obra com minha sincera opinião. Vejam só! Novo verbo para o meu arcabouço de palavras utilizáveis.
O fato é que muito aprendi com esses textos analíticos, apurando minha forma de escrever e aumentando meu vocabulário. Se hoje consigo fazer uma profunda reflexão sobre determinado assunto, atribuo esta capacidade às resenhas. Mas entendo também que como todas as etapas da vida, a fase de resenhista logo chegará ao fim, para recomeçar em um novo processo de aprendizado constante. Sim, isso vai acontecer em alguns meses... Sendo 2018 o último ano de parcerias.
Embora eu utilize a palavra "vontade" no título, trata-se de uma questão de princípios e fundamentos. Ou seja: para se conquistar algo, é preciso abrir mão de alguma coisa. Para dar espaço ao novo, é preciso descartar o velho. Mas o aprendizado fica e se perpetua pelas raízes fortificadas na mente do leitor. Que fase extraordinária. Quem sabe um dia eu volte? Quem sabe...
Até lá, muita coisa vai acontecer. Meu tempo será empregado em outros projetos, mais consistentes e importantes. Vez ou outra escreverei, de fato; mas não será possível manter as parcerias de envios esporádicos. Nesse processo de transição, pude aprender que sempre quando se termina com êxito uma fase, todo seu ensinamento será de suma importância para a que se inicia. Em cada página virada atentamente, plantei uma semente em solo fértil; na busca por novos horizontes, serei feliz por ter um vasto campo florido à minha frente.
Que palavra estranha: resenha. Quando me perguntaram seu significado no início, eu nem soube responder. Meses depois descobri que se tratava da junção do resumo de determinada obra com minha sincera opinião. Vejam só! Novo verbo para o meu arcabouço de palavras utilizáveis.
O fato é que muito aprendi com esses textos analíticos, apurando minha forma de escrever e aumentando meu vocabulário. Se hoje consigo fazer uma profunda reflexão sobre determinado assunto, atribuo esta capacidade às resenhas. Mas entendo também que como todas as etapas da vida, a fase de resenhista logo chegará ao fim, para recomeçar em um novo processo de aprendizado constante. Sim, isso vai acontecer em alguns meses... Sendo 2018 o último ano de parcerias.
Embora eu utilize a palavra "vontade" no título, trata-se de uma questão de princípios e fundamentos. Ou seja: para se conquistar algo, é preciso abrir mão de alguma coisa. Para dar espaço ao novo, é preciso descartar o velho. Mas o aprendizado fica e se perpetua pelas raízes fortificadas na mente do leitor. Que fase extraordinária. Quem sabe um dia eu volte? Quem sabe...
Até lá, muita coisa vai acontecer. Meu tempo será empregado em outros projetos, mais consistentes e importantes. Vez ou outra escreverei, de fato; mas não será possível manter as parcerias de envios esporádicos. Nesse processo de transição, pude aprender que sempre quando se termina com êxito uma fase, todo seu ensinamento será de suma importância para a que se inicia. Em cada página virada atentamente, plantei uma semente em solo fértil; na busca por novos horizontes, serei feliz por ter um vasto campo florido à minha frente.
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