Escrita é Rio que Corre

Demorei muito tempo para perceber que a escrita é mais sentimental do que racional.

Que ela era minha terapia de vida, e que com ela eu conseguia organizar minhas ideias.

Demorei, também, para me desprender das releituras viciosas buscando uma harmonização inatingível das palavras. 

Depois, tudo ficou mais simples.

Percebo, agora, que a escrita é rio que corre. É água sem forma; instável e transparente. Flui como correnteza; ora tranquila, ora turbulenta. Sempre mutável.

Para que os padrões? Arte não tem padrão. Arte é livre como um pássaro alegre em tardes quentes de verão. Arte é sentimento pulsando vivo no coração de quem a produz. É vida colorida dançando ao vento. É turbilhão de emoções buscando formas de expressividade.

Como eu amo escrever. Como eu amo ser livre. 

Por sorte, nas palavras encontro as duas coisas: liberdade escrita.

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