Turbilhão de Novos Sentimentos
Ontem eu tive uma leve crise de ansiedade que quase me deitou. Hoje estou aqui escrevendo, com resquícios de páginas arrancadas de uma história nunca contada.
No fone, Daydream. E por eu tanto sonhar acordado, me perco muitas vezes nos pensamentos retumbantes que batem forte em minha cabeça, parecendo que querem sair por aí para criarem vida sem mim.
De nada mais adianta reviver fantasmas do passado. Agora eu preciso saber lidar com sentimentos e evoluir a ponto de saber distingui-los. Estou vivendo, sim. E vivo sentido cada dia mais. Tudo bem que ontem eu não tenha gostado tanto das colagens — não apenas daquelas no Pena Pensante, mas também das colagens da vivência. Todavia, hoje eu fiz um trabalho melhor.
O problema é agora o turbilhão de novos sentimentos indo e vindo. Muitos desconhecidos. Alguns já saturados. Uma constelação, talvez. Eu mais uma vez venho me refugiar na escrita. Sem saber sequer o que escrevo aqui. Só sei que me sinto melhor.
A ansiedade parece se dissipar na escrita. E eu encontro o caminho de volta à tranquilidade que outrora fez morada em meu coração. Estou vivendo, meus caros. E viver é assim. Sonhar acordado.
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