Raro Dia Produtivo
Li Vidas Secas de uma só vez. Estou me sentindo um grande leitor. Como nunca me senti. É estranho atingir patamares almejados e depois perceber que, graças ao gosto à leitura, não foi tão difícil assim. Aliás, não foi nada difícil. Foi é pra lá de divertido, isto sim. Eu amei. E estou sentindo meu cérebro me agradecer pela leitura. “Obrigado, Filipe”, ele diz. Como se tivesse ganhado massa e, estando para pedir mais histórias, se regozija pelo feito: “Estou contente!”, completa. Loucura de leitor que descobriu o caminho, certamente.
Sim, meus caros, eu descobri o caminho. Há muito fingi fazer uma leitura aqui e outra ali. Mas agora, de fato, eu leio com prazer porque quero saber o desfecho. E quero, sobretudo, viver a experiência. Algo está mais leve em mim. Até a semana acabar eu descubro o que é, e venho perpetuar a descoberta.
Vamos fazer daqui um pequeno diário: hoje eu arrumei meu quarto, lavei roupas, assisti às aulas já gravadas e, no fim do dia, iniciei a leitura que já terminei. Sim! E garanto que não foi nada superficial. Diferentemente do texto de agora que escrevo só para me distrair. Nada de mais. Uma coisa que me chama e vem; um bater de portas desconhecido; algumas aves noturnas piando perto da minha janela. Estou como um poeta arcadista, relatando uma realidade que não vivo. Mas deixemos as palavras como elas bem quiserem ficar. Eu já não vou rumá-las para outros caminhos. Pelo menos não hoje.
Hoje estou leve. Com a sensação de dever cumprido. Superei minhas expectativas e, o mais fundamental, me hidratei. Bebi muita água para passar este dia produtivo. A janela do quarto ficou aberta por mais tempo. Ares novos entraram. A cama assumiu uma nova posição, deixando-me com mais espaço para acessar o computador. Tudo está diferente. Inclusive minha cabeça que tem refinado os pensamentos.
Não levem este texto em consideração por sua casca pouco grossa. Não quero fazer reflexões profundas nem metáforas enlaçadas na poesia; quero apenas ser eu mesmo e dizer: Sim! Consegui ler um livro todo em um único dia. E foi mágico.
Sim, meus caros, eu descobri o caminho. Há muito fingi fazer uma leitura aqui e outra ali. Mas agora, de fato, eu leio com prazer porque quero saber o desfecho. E quero, sobretudo, viver a experiência. Algo está mais leve em mim. Até a semana acabar eu descubro o que é, e venho perpetuar a descoberta.
Vamos fazer daqui um pequeno diário: hoje eu arrumei meu quarto, lavei roupas, assisti às aulas já gravadas e, no fim do dia, iniciei a leitura que já terminei. Sim! E garanto que não foi nada superficial. Diferentemente do texto de agora que escrevo só para me distrair. Nada de mais. Uma coisa que me chama e vem; um bater de portas desconhecido; algumas aves noturnas piando perto da minha janela. Estou como um poeta arcadista, relatando uma realidade que não vivo. Mas deixemos as palavras como elas bem quiserem ficar. Eu já não vou rumá-las para outros caminhos. Pelo menos não hoje.
Hoje estou leve. Com a sensação de dever cumprido. Superei minhas expectativas e, o mais fundamental, me hidratei. Bebi muita água para passar este dia produtivo. A janela do quarto ficou aberta por mais tempo. Ares novos entraram. A cama assumiu uma nova posição, deixando-me com mais espaço para acessar o computador. Tudo está diferente. Inclusive minha cabeça que tem refinado os pensamentos.
Não levem este texto em consideração por sua casca pouco grossa. Não quero fazer reflexões profundas nem metáforas enlaçadas na poesia; quero apenas ser eu mesmo e dizer: Sim! Consegui ler um livro todo em um único dia. E foi mágico.
Comentários
Postar um comentário