Cada Planta...

Cada planta sofre ao seu modo.

A hortelã secou no início com a falta de água. Não chegou a morrer. Agora cresce feliz e contente com seus quatro galhos plantados no vaso.

O cacto-macarrão sentiu quando troquei sua terra e o passei para um vaso maior. Na primeira noite ele murchou um pouco, mas depois se acostumou com o espaço. Hoje se encontra feliz, crescendo para todos os lados.

A orquídea, depois de ter sido derrubada várias vezes, achou seu lugar de paz. 

 As suculentas da bacia encontraram seu paraíso na terra.

Bem, a marcela segue estática, sem mostrar sinais de melhora ou de piora.

Também tem a rosinha desconhecida de cor magenta que permanece entristecida no canto. Suas folhas para baixo não se alegram com o sol. Tampouco se revigoram com a água. Contudo, ela segue mantendo sua beleza, sua cor e sua delicadeza, sozinha e pensativa, onde acredito que encontrará o caminho para crescer.

Agora, o dinheiro-em-penca está cada dia mais amarelado. Não se acostumou aqui. Nada faz com que recupere a verdura que carregava consigo quando chegou. Confesso que não sei o que fazer. Hoje aguei molhando sua terra, já que apenas borrifando água em suas folhas não estava valendo de nada. Da próxima o colocarei debaixo da torneira, na esperança de fazê-lo renascer.

Por fim, tem a azaleia e seu cortejo de folhas caídas. Está extremamente triste a coitada. Não quer ficar no sol, como as outras de sua espécie. Espero sua melhora nos próximos dias, pois aumentei a quantidade de água do regador.

O peixinho, a sálvia e o lírio em botão partiram para outra casa. Foi melhor para eles. Lá, certamente, encontrarão mais motivos para serem felizes.

Não quero comentar o que aconteceu com a avenca. É trágico demais. 

Cada planta... Ah, esquece! 

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